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Aramis

Cantoras Internacionais ( I )

O como é das mulheres. Pode-se repetir mais uma vez esta afirmação, tal o número de lançamentos com vocalistas internacionais [–] de veteranas a novas [intérpretes], em opções para todos os gostos. Da [jazzística] (e sempre excelente) Sarah [Vaughan], acompanhada pela orquestra de Count Basie ("Send In The Clowns", Pablo Today / Polugran) a adolescente Aileen Quinn, a estrelinha de "Annie" ("Bobby's Girl", CBS), são mais de dez albuns interessantes, com mulheres de talento e garra em audições das mais [agradáveis]. SARAH VAUGHAN aos 59 anos continua, a exemplo de Ella Fitzgerald, uma das contoras mais ativas da música americana. Se no Brasil, há um injusto desprezo para as grandes e maravilhosas cantoras que cruzam a casa dos 50 anos, nos EUA artistas como Sarah[,] Ella, Carmen McRae (que vem ao Brasil em maio) e tantas outras e possuem um respeito que é marcante. E por isto, a "Sassie" não para de cantar. Neste recente Lp, gravado entre 16 a 18 de maio/ 81, com produção do sempre perfeito Norman, acompanhada pela orquestra de Count Basie [–] (outro [veteraníssimo] da época de ouro do jazz) Sarah embala um repertório extraordinário, a partir da música que dá titulo ao Lp ("Send In The Clowns", de Sondhein, do músical "A Litle Night Músic"), trazendo standards eternos como "Just Friends", "If You Could See Me Now", " When Your Lover Has Gone", " All The Thing You Are"[,] "Indian Summer" e "From This Moment On", do mestre Cole Porter. Um disco [magnífico], desde já entre os melhores do ano. ROBERTA FLACK, 44 anos, passou dois anos longe dos estúdios mas volta agora, com força total, esbanjando seu feeling [inconfundível] nas nove faixas de "In The One" (Atlantic / Wea). [Essa] cantora nascida em Ashville, Carolina do Norte (fevereiro de 1939), filha de uma família de músicos, graduada em música por Harvard, Washigton, praticamente só começou sua carreira em 1967 e sua projeção maior aconteceu ao participar do festival de Newport, julho/71, quando " Reverend Lee" eclodiu [como] um dos maiores sucessos daquele ano, Hits como "Killing Me Softly ", " The First Time I [Ever] Saw Your Face". ["Where Is The Love"] (com Danny Hathaway, cantor com que dividiu alguns Lps, e que faleceu há pouco tempo) a cansagrariam não apenas como cantora, mas também como compositora e pianista. Neste "In The One" temos Roberta Flack em plena maturidade artística, com sua voz poderosa e insinuante, dando vida a composições de Carole [Bayer] Sager / Burt [Bacharach] ("[Making] Love"), Peabo Bryson ("Ordinary Man"), Brenda Russel [/] Willian Smith" ("My Love For You"). A faixa título do album, bem como " [Till] The Morming Gomes", " Love and Let Love" e " In The Name of Love" são dos produtores Ralph MacDonald e Willian Salter. Nas nove faixas de "I'm The One", Roberta Flack é secundada pelos melhores músicos de estúdios dos EUA, profissionais como Steve Gadd (bateria), Eric Gale (guitarra), Marcus Miller (baixo), Rihard Tee (teclados) e Paul Griffin (sintetizadores) criam uma moldura sonora repleta de emoção [–] ao qual se soma, como convidado especial, o saxofone de Grover Washiton Jr. Nina Simone, (no registro civil, Eunice [Kathleen] [Waymon]) também nasceu na Carolina do Norte, exatamente em [Tryron]. Seis anos antes de Roberta Flack. Também cresceu numa familia musical - formando com duas irmãs, um trio que cantava aos domingos na igreja do [Tryron]. Filha de pais extremamente ligados à música e que faziam questão que cada filho (oito ao lado 4, meninas e 4 meninos) tocassem um instrumento, Nina Simone já aos 4 anos estudava piano [–] completando seu curso na [Filadélfia] aos 17 anos. Fez pós-graduação na Juilard School of Music, em Nova York e em Atlantic City, no Mid-Town Club, começou sua carreira profissional, em 1954 e logo depois chegava ao [Apollo Theater], no Harlen, Nova York. Cantando canções de protestos, como a famosa " Backlash Blues" do poeta Langston Hughes, Nina cresceria como uma das grandes cantoras negras fazendo excursões internacionais, mas só tardiamente sendo descoberta no Brasil onde aliás, há poucos de seu discos. Por isto é importante que a RCA tenha editado " Little Girl Blue " (SalSoul), com 11 [preciosidades] [jazzísticas] como "Mood Indigo", "Don't Smoke In The Bed ", " [Little] [Girl] Blue " (a música de Rodgers / Hart que dá titulo ao disco), " Good Bait ", " [You'll] Never Walk Alone", " I Loves You [Porgy] " (de "Porgy & Bess ", de Heyward / Gershwin) e uma composição da própria Nina - "Central Park Blues". Diana Ross há muito deixou de ser uma das Supremes - trio vocal que formou há mais 20 anos, com Jean Terrell e Florense Ballard, em Detroit[.] Consagrada em carreira solo, atriz sensível escolhida para interpretar Billie Holiday (1915-1959) em "O Ocaso de Uma Estrela " (Lady Sings The Blues, [1972]), que há 11 anos lhe valeu uma indicação ao Oscar. Diana tem hoje um público seguro e imenso [–] o que provoca que duas gravadoras lancem, quase que simultaneamente, seus discos. Em "Diana Ross Especial Volume II " (Motown/RCS) surge em [função] dos execelentes resultados com o primeiro disco em que foram reunidos alguns de seus maiores sucessos. [Nesse] segundo volume, a oportunidade de relembrar a Diana Ross de canções que emplacaram há alguns anos como "Stop, Look, Listen"[,] " It's My House", " Have Fun ", " You Can Never Light That Old Flame Again", " Old Funky Rolls" e até " Michelle" e "Yesterday", estas com participação de suas antigas companheiras de The Supremes. Diana Ross tem trabalhado muito nos últimos anos. Desde que deixou The Supremes, em 1970, gravou mais de 10 [LP's], ganhou prêmios por programas na televisão e, em 1976, a música tema de seu segundo filme. "Mahogany" ("Do You Know Where You're Going To") chegou ao primeiro lugar das paradas. Há dois anos, Diana Ross passou para a Capitol Records,onde se autoproduziu em seu primeiro Lp ("Why Do Fools Fall In Love"), que chegou um milhão de cópias. Uma longa [excursão] internacional [–] [iniciada] em Londres e que entrasse em estúdio para fazer um segundo e [magnífico] Lp, "Silk Eletric" ( Capitol / Odeon ), cuja capa traz quatro desenhos do mais famoso artista op/pop americano, Andy Warhol. O repertório é [esplêndido] em termos de novidades: "Muscles", por exemplo, de Michael Jackson, já estourou em novembro. Diana é co-autora de quatro músicas deste Lp: "I Am Me", "So Close", "Food For Your Love" e "Furn Me Over". Aretha Franklin é outra das belas cantoras negras americanas que começou a cantar menina, como corista na igreja de Detroit, onde seu pai era pastor. Nascida em [Memphis], [Tennessee], há 41 anos, Aretha Franklin em 1971 recebia o Grammy da National Academy of Recording Arts and Sciences por " Don't Play That Song ". Sua carreira também tem sido um sucessivo colar de êxitos, acrescentando sempre um repertório dinâmico, como mostra em seu mais recente album ("Jump To It ", Artista / Ariola), na qual há ao lado de uma composição própria ("I Wanna Make It Up To You"), [várias] músicas de uma nova dupla de [ativíssimos] (e inspirados) compositores, Luther Vandross e Marcus Miller; "It's Just Your Love","Jump To It "," Love Me Right "," This For Real ". Um disco moderno, ajustado aos nossos dias [–] com uma cantora plenamente segura. [DIONNE] WARWICK - é outra das cantoras negras da faixa dos 40 anos que atinge o ápice de sua carreira. Marie Dionne Warrick, nascida em East Orange[,] 1941, a exemplo de Roberta, Nina e Diana teve sua formação musical como organista e cantora em igrejas[.] Coube a Burt Bacharach, há 23 anos, descobrir as possibilidades desta cantora que teria com "Don't Make Me Over" seu primeiro êxito e gravando "Valley Of The Dolls", tema de um filme baseado no romance de Jacqueline Susann (e que foi também onde apareceu Sharon Tate) alcançaria um milhão de cópias vendidas. Durante os primeiros anos[,] Dionne foi a intérprete exclusiva das composições de Bacharach / Hal David [–] chegando a estrelar um musical da dupla ("Promisses, Promisses").Tudo evolui [–] Bacharach [trocou] a parceria de Hal David por Carole Bayer Sayer, sua atual mulher (anteriormente foi casado com Angie Dickinson) e Dionne Warwick buscou outros autores [–] como Barry Gibb, autor da maior parte das músicas de "Heartbraker" (Artista/ Ariola), seu novo e belo disco com faixas como "It Makes No Diference", "Take The Short Way Hmme", "Our Day Will Come " e "You Are My Love". Há muitas outras cantoras compositoras na praça, como Yoko Ono ("lt's Alright"), Chacka Khan e a novata Sheena Easton [–] mas sobre elas falaremos no próximo domingo.
Texto de Aramis Millarch, publicado originalmente em:
Estado do Paraná
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Música
03/04/1985
Gostaria de saber se existe algum cantor internacional chamado OCHI SMITH na decada de 70.Gostaria de fazer uma homenagem para os meus pais que não se lembra bem o nome da musica que embalavam o seu namoro mais acham que o cantor é esse,fiz algumas pesquisas na internet mais não consegui achar,agradeço se puderem me ajudar. Grata Aline
Olá Aline... Provavelmente tenho a mesma idade dos seus pais. Eles tem bom gosto. Anote : Cantor : O.C. Smith Acredito que a música seja : Don't Misunderstand Um abraço A.Carlos
ola gostaria de saber se existe alguma cantora chamada cithia ryan.

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