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Fundação Teatro Guaíra

Banco do Brasil vai financiar uma segunda sinfônica da cidade

O que aconteceu com os músicos que, por anos, integraram a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Paraná? É uma boa pergunta, pois muitos talentos passaram durante mais de 20 anos pela única Sinfônica do Paraná, que teve por todo este período a direção do maestro (e ex-violinista) Gedeão Martins.

Curitiba ganha seu centro de convenções mas vamos lembrar os tempos do Vitória

Programado para ser inaugurado dentro de uma semana, em termos de atração artística com apresentação do pianista Pedrinho Mattar - e dentro de uma programação da qual, até agora, não se tem maiores notícias - o Centro de Convenções de Curitiba, na Rua Barão do Rio Branco, mereceria que o presidente da empresa de economia mista que se formou para a construção e administração, Marco Antônio Fatuche, se lembrasse, quando das solenidades, de incluir alguma menção ao histórico do prédio.

Marcelo, a arte maior como ampla realização

Passados três meses de vacas magríssimas em termos de espetáculos, a temporada artística abre com opções a diferentes predileções. Marcelo Marchioro, 38 anos, o mais importante nome do teatro paranaense - de projeção nacional pela seriedade e competência de seu trabalho, tem nesta semana, o revival de duas excelentes montagens que fez no ano passado para a Fundação Teatro Guaíra: a peça "As Bruxas de Salém", de Arthur Miller (Auditório Salvador de Ferrante - até o dia 4 de abril), e a ópera "O Barbeiro de Sevilha", de Rossini (Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto - 14 a 17).

No campo de batalha

Um destaque que deve ser feito em relação aos músicos que estiveram no Paiol, no último fim de semana, acompanhando Johnny Alf: o saxofonista Idris Boudrioun (Nancy, França, 05/01/1958), radicado há 8 anos no Brasil e que já fez dois esplêndidos elepês como solista. Junto com Idris, vieram o baterista Ivo Caldas, 43 anos e o baixista Lúcio Maciel, 34. xxx

Os bons cajus de Peter para internacionalizar nosso som

Mesmo sem qualquer promoção - ao contrário, não constou nem sequer do boletim informativo editado pela Fundação Teatro Guaíra - a participação do violonista Turíbio Santos como solista da Orquestra Sinfônica do Paraná, na última segunda-feira, teve um público interessado e participativo, que aplaudiu delirantemente o maior intérprete da obra violonística de Villa-Lobos - cujo museu, no Rio de Janeiro, dirige com a maior eficiência há quase cinco anos. Em todas as cidades em que Turíbio, 47 anos, se apresenta sempre encontra platéias fascinadas.

O concerto gravado do Duo Carrasqueira

Mesmo as maiores gravadoras na área dos clássicos - como a Polygram, CBS e EMI/Odeon - são relutantes na produção de alguns álbuns com música erudita com artistas brasileiros. Poucos são os nossos virtuoses que conseguem gravar regularmente - e só quando um artista consegue atingir a popularidade do pianista Arthur Moreira Lima as coisas tornam-se mais fáceis.

Bruxas que fazem pensar estão reunidas no Guaíra

Paulo Gorgulho, o novo "darling" das telenovelas brasileiras que foi catapultado a superstar por seu personagem José Lucas de Nada em "Pantanal" - afinal terminada na Rede Manchete, deverá estar hoje na platéia do Auditório Salvador de Ferrante. No final, entre abraços e cumprimentos - e muitos pedidos de autógrafos, naturalmente no fundo, no fundo, por certo estará amargando uma frustração: a de não ter feito o personagem John Proctor, em "As Bruxas de Salém".

Como será o day after da cultura no Paraná?

Seja por não acreditarem no potencial do eleitorado que se preocupa - e participa - da questão cultural, seja por necessidade de concentrarem as tônicas de suas campanhas em temas mais diretamente ligados à população - economia, custo de vida, mercado de trabalho, combate à corrupção etc. - o fato é que até agora, faltando apenas sete dias para as eleições, nenhum dos candidatos ao Governo se deteve em discutir como vai tratar a cultura no Estado.

Afinal, Guaíra tem agora seu elevador

Na noite de quarta-feira, 10, na estréia da ópera "Helka", pela primeira vez os espectadores que por idade ou problemas físicos nunca puderam assistir espetáculos no primeiro e segundo balcão, não terão mais este problema. Finalmente, um amplo elevador estará funcionando, atendendo uma reivindicação que se fazia desde que o auditório Bento Munhoz da Rocha Neto foi inaugurado - completando assim, uma obra cujo projeto foi elaborado há mais de 40 anos - e cuja construção arrastou-se por mais de duas décadas e cinco diferentes governos.
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