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Wanderley, sem lágrimas, o homem, o profissional e uma oração testamento de Adeus!

"A Morte é a grande pergunta e a final e grande resposta de todos os credos...

"(José Wanderley Dias, em sua última crônica. "Quando eu morrer", coluna "A Vista do Meu Ponto", página 5, 1º caderno, edição de ontem, 10/07/92, da "Gazeta do Povo").

Ontem, perla manhã, ao ler meus textos em O Estado do Paraná, deparando-me com habituais erros de imprensa - frases cortadas, palavras modificadas, pequenos empastelamentos, lembrei-me de Wanderley Dias.

"Ao menos ele, deve estar aumentando seus álbuns de enganos de imprensa..."

Os gestos musicais segundo Bernardete

Bernardete Zagonel, 37 anos, é um dos (poucos) exemplos de professores que após ter passado alguns anos em Paris, vem tentando transmitir em sua cidade um pouco do que aprendeu: Por certo, se aqui houvesse uma verdadeira política cultural-educacional, um talento como Bernardete seria melhor aproveitado. Assim mesmo, ela não pára!

Escreve livros, desenvolve métodos e vem, graças ao seu esforço, orientando o curso "O Gesto Musical", destinado a músicos, arte-educadores, instrumentistas, professores e mesmo os que não tenham maior formação musical, com aulas no Centro de Criatividade.

Sérgio, mestre de Groff na arte de beber vinho, lança novo livro

"Agora que a velhice começa preciso aprender com o vinho a melhorar envelhecendo, e sobretudo a escapar do perigo terrível de envelhecendo virar vinagre" (Dom Helder Câmara, "Meditações do Padre José)

Os cem anos de Plácido e Silva merecem intensas comemorações

Entre as efemérides culturais do Paraná neste 1992 está uma que, até o momento, ninguém quase lembrou: o centenário de nascimento do jurista, professor, jornalista e editor Oscar Joseph de Plácido e Silva (Maceió, 18/6/1892 - Curitiba, 16/1/1963).

Memórias do inesquecível Ivens Lagoano merecem ganhar edição

Preocupado em valorizar seus pioneiros e desenvolvendo um programa de preservação de sua curta história, o prefeito Ricardo Barros tem chance de prestar justiça a um dos pioneiros de Maringá - e também da própria imprensa paranaense: Ivens Lagoano Pacheco.

No campo de batalha

Um dos curitibanos que mais conhece a história não oficial da cidade, está preparando, há tempos, um livro de memórias que, se publicado, vai provocar muita polêmica: Luizito Guimarães - ou, no registro civil, José Luís Terceius Bueno Barros Xavier da Silva Pereira Guimarães, filho caçula (05/04/1925) do cafeicultor Luís Guimarães - o bilionário que construiu o Castelo do Batel, vendido em 1948 para o então governador Moyses Lupion - e hoje sede da TV Paranaense. Em sua mansão em Caiobá na tranqüilidade Avenida Atlântica, repassa toda uma vida em que ouviu estórias da antiga Curitiba.

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