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Sharp faz a maior premiação musical

Mais do que uma grande promoção em favor da música brasileira, o Prêmio Sharp de Música Popular - Troféu Vinícius de Moraes, que chega ao seu final, na noite de terça-feira, 31, com a entrega dos troféus aos escolhidos nas categorias (Teatro D. Pedro I, Hotel Nacional, Rio de Janeiro) é um (primeiro) passo para que se possa ter, no Brasil, uma distinção anual com a mesma dignidade que faz do Grammy ter hoje, para a música, o mesmo peso, que o sexagenário Oscar tem para o cinema.

Uma noite de muita música para premiar os melhores

Elizeth Cardoso foi, merecidamente, aplaudida em pé. Por duas vezes, elas recebeu troféus em nome de dois premiados - o sambista Marçal (melhor disco na categoria) e Milton Nascimento (melhor cantor), que se encontram no Exterior: o primeiro acompanhando o espetáculo "Francisco" em Portugal. Milton excursionando pela Ásia, na maior excursão já feita por um artista da MPB no Exterior.

IV FestRio decolou; um Boeing de imagens visuais está no ar

"Freedom Cry", novo filme de Sir Richard ("Ghandi") Athenborough, que tem por tema os conflitos raciais na África do Sul, não pode vir para a abertura, hors concours do IV Festival Internacional de Cinema, Televisão e Vídeo do Rio de Janeiro (Sala Glauber Rocha, Hotel Nacional), mas a substituição foi à altura: "Au Revoir Les Enfants", o emotivo filme que marca o retorno de Louis Malle a França após 11 anos de EUA - e que recebeu o Leão de Ouro no Festival de Veneza, há apenas dois meses.

No campo de batalha

Eunice Gutman, uma das líderes do Coletivo das Mulheres Cineastas, é uma das presenças mais atuantes nos festivais de cinema. Em Brasília, concorreu com "Tempo de Ensaio", com fotografia do competente Edgar Moura. O filme é um ensaio de uma peça teatral que focaliza problemas da condição de uma mulher que, depois de assumir o papel tradicionalmente feminino de mãe-esposa, se conscientiza da necessidade de mudanças.

No campo de batalha

Emoção, aplausos, discussões: "Terra para Rose", de Tetê Moraes, com uma hora e vinte minutos de projeção, foi o filme mais importante de todos os apresentados neste XX Festival de Brasília. Documentando o drama dos sem-terras que invadiram a Fazenda Anoni, nos municípios de Sarandi e Ronda Nova, no Rio Grande do Sul, entre 1985/87, Tetê realizou um filme fascinante, que teve aqui a sua primeiríssima exibição.

Centenas de vídeos em competição no FestRio

Rio de Janeiro - Como se não bastasse a programação intensa de mais de 300 filmes espalhados em diversas salas, a maioria inéditos e raros com chances de lançamento comercial no Brasil, o IV Festival Internacional de Cinema, TV e Vídeo oferece ainda mais de 150 diferentes programas de vídeo, apresentados durante todo o dia, desde sexta-feira, 20, nas cabines instaladas no subsolo do Hotel Nacional.

Um porre audiovisual com tantos filmes no FestRio

Rio de Janeiro - "Um porre audio-visual". A sensação é comum a todos que procuram acompanhar este coquetel molotov de bebidas servidas em telas e vídeos e que desde o dia 19 faz com que milhares de pessoas corram entre uma sala e outra de exibição - seja no Hotel Nacional, a sede do FestRio, seja nas salas da cidade - nas quais se desenvolvem as interessantíssimas mostras paralelas.

Mulheres mostram talento com o olhar sobre o real

Um filme como "Sonho de Valsa" - que além de ser [um] dos representantes do Brasil (o outro, "Memória Viva", documentário de Otávio Bezerra, só será visto na sexta feira, 27), é profundo em sua discussão sobre a mulher e a vida - naturalmente inclui-se no grande painel que vem marcando o FestRio, desde sua primeira edição: a presença feminina cada vez mais acentuada - seja na temática dos filmes seja como realizadoras.
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