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Airto Moreira

"Planet Drum", uma ONU percussiva e criativa

Apesar de Mickey Hart, ex-integrante do histórico Grateful Dead, ter seu nome destacado na capa de "Planet Drum", este álbum - premiado com o Grammy - foi resultado da fusão de talentos vindos da Nigéria a Nova York City, num encontro que ultrapassou a simples arregimentação profissional. O primeiro destaque que Hart faz é para Airto Moreira, seu amigo de muitos anos, com quem já havia trabalhado no histórico "Apocalypse Now Sessions" (*). Da Nigéria, veio Bobatunde Olatunji, com seus instrumentos de nomes estranhos como djémbe.

Airto Moreira volta-se agora ao som espiritual e curativo

Um dos projetos mais importantes a serem lançados em CD nos Estados Unidos dentro de alguns meses terá sons curitibanos: pássaros cantando nos bosques de Santa Felicidade, águas do Saltinho e mesmo "ruídos" "capturados" nas noites do Boqueirão. Há seis meses, quando aqui esteve trazendo o então recém adquirido (no Japão) gravador DAT, com microfones da maior sensibilidade, Airto Guimorvan Moreira fez estes registros, conforme registramos com exclusividade.

Um percussionista criador do mundo

Com exceção de uma ida ao Teatro Guaíra, no sábado, 5, para aplaudindo a cantora Libertad Lamarque, lembrar-se de seus tempos em que além de baterista, era também cantor do King's Club e da orquestra de Osval Dias de Siqueira, Airto Moreira praticamente não saiu da casa de sua mãe, dona Zelinda, nesta sua última visita a Curitiba.

Vera, uma bela mulher na "cozinha" da boa música

Excetuando-se os brasileiros que procuraram a saída dos aeroportos de Viracopos (depois Cumbica), e, principalmente, o Galeão, para fazer nos Estados Unidos as suas carreiras, podem-se contar nos dedos os bateristas-percussionistas que, no Brasil, conseguiram chegar aos seus discos-solos.

Independentes resistem e agora chegam a era do CD

Ironicamente, enquanto algumas multinacionais como a WEA/Warner (aliás, hoje sem qualquer promoção no Paraná, com um catálogo basicamente do pior rock descartável) impõe o mais supérfluo pop internacional, nossos grandes talentos continuam gravando CDs (e mesmo videolaser) nos Estados Unidos, que permanecem inéditos.

Nana passou Guimorvan no jazz poll da "Down Beat"

Para variar, desta vez não deu Airto Moreira na cabeça! Habituado há quase 15 anos a liderar os jazz poll da Down Beat - a bíblia do "jazz, blues & beyond" (como está em sua capa), o nosso instrumentista de maior sucesso internacional na 39ª escolha anual dos críticos internacionais convidados pela revista fundada há 58 anos para opinar sobre os melhores da temporada passada, ficou agora em terceira posição pelos 85 experts de vários países.

Maria Odete, os bons tempos dos festivais

Maria Odete é o exemplo da cantora que tem sido vítima da falta de visão e sensibilidade dos cretinos que dirigem nossas gravadoras. Bela mulher, dona de uma voz personalíssima, esbanjando bossa, há quase 30 anos já fazia sucesso defendendo canções como "Boa Palavra", (Gilberto Gil), que em junho de 1965 era a 5ª classificada no I Festival Nacional da MPB em que Airto Moreira e Tuca (Valeniza Xagni da Silva, 1944-1978) venciam com "Porta-estandarte" (Geraldo Vandré/Fernando Luna). Entretanto, até hoje, Maria Odete nunca teve chance de ter uma elepê-solo. xxx

A noite em que João Gilberto cantou em Curitiba (II Parte)

Como foi o fim da noite e a despedida de João Gilberto na única vez em que esteve em Curitiba? Eis uma parte que não detalhamos na crônica publicada domingo, 8, no suplemento "Almanaque", dedicado à Bossa Nova, motivada pelo boom nostálgico ao qual "Chega de Saudade - A História e as Histórias da Bossa Nova", de Ruy Castro (Companhia de Letras, 464 páginas), trouxe galões de combustível.

Diana Moreira já segue o seu caminho musical

Filho de peixe, peixinho é. O refrão é antigo, mas sempre válido. E se aplica mais uma vez em relação à bela Diana, 18 anos completados a 15 de agosto último, única filha de Airto Moreira e Flora Purim, nascida na Califórnia mas que sempre que pode vem passar férias no Brasil. Ainda recentemente esteve algumas semanas, visitando sua avó Zelinda, a tia Onilda e os primos Emerson e Gustavo.

68, o ano que não acabou, numa visão dos húngaros

Há dois anos, quando Airto Moreira e Flora Purim fizeram uma tournée pelo Brasil, veio junto o produtor Dale Djerassi, que com dois câmeras filmou as apresentações do casal em várias capitais - especialmente em Curitiba, documentando inclusive o encontro de Airto com sua mãe, dona Zelinda, a irmã Maria, cunhado Douglas Godoy e os sobrinhos. O material destina-se a um longa metragem que Djerassi está produzindo conforme registramos, com exclusividade, na ocasião.
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