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De Bianchi a Carol, o nosso cinema dá certo

Sérgio Bianchi, paranaense de Ponta Grossa, 33 anos, levou mais de dez anos para conseguir realizar o seu primeiro longa-metragem. Depois de estudar na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e ali fazer dois curtas-metragens, inspirado em contos de Júlio Cortazar, Bianchi aglutinou alguns amigos atores/atrizes, conseguiu um velho casarão e, numa espécie de comunidade hippie, fez uma reflexão liberta sobre a fase do “paz e amor, bicho!”.

Observatório

Tirando a roupa, nossas atrizes ganham a fama. Que o digam duas belas jovens que José Augusto Iwersem lançou em fotonovelas eróticas e que chegam ao cinema. Lia Furlin, justamente a primeira atriz a posar nua para uma excitante fotonovela criada por Iwersem, acaba de estrelar "Lilian A Suja" em breve terá lançamento em Curitiba a cargo da Distribuidora Arco Íris, de Isidoro Lassalve.

Memórias da Oposição (VIII - Final)

A vitória de até então desconhecido advogado Francisco Leite Chaves ao Senado, na campanha de 1974, teve aspectos tão curiosos que merece que voltemos ao assunto - abordado ontem com base nas memórias de Sylvio Sebastiani em "Por Dentro do MDB".

Forte Neto, o senhor técnico com 30 anos de experiência e prêmios

Em menos de 3 semanas, sem qualquer esquema político-promocional, o arquiteto e professor Luís Forte Neto teve uma surpresa das mais gratificantes: centenas de telefonemas, mensagens por fax e telex, cartas, telegramas e mesmo pessoas que o procuraram pessoalmente para lhe transmitir o maior apoio para que dispute a Prefeitura de Curitiba.

O Poeta morreu na estrada mas suas canções ficarão

Há exatamente um ano, um domingo, no principal clube de Pato Branco, Luiz Gonzaga Júnior fazia a sua última apresentação. Em excursão pelo Sul - que havia iniciado oito dias antes, no Teatro do Paiol, com o espetáculo "Cavaleiro Solitário", mostrava uma nova fase, como intérprete solo, acrescentando a um repertório já cinhecido por inúmeros sucessos oito novas canções.

Um livro sobre Lerner e a autobiografia que Anibal censurou

---- Nota: Este artigo que foi escrito por Aramis Millarch para sua coluna Tablóide de 06 de maio de 1992, foi censurado. ---- Jornalista com larga quilometragem na imprensa paulista onde integrou equipes das maiores publicações, Cecília de Christo Garçoni está planejando um projeto de maior fôlego profissional: uma biografia sobre Jaime Lerner.

Artigo em 17.06.1992

O regime vegetariano e a adoção do zen-budismo parece que fizeram muito bem ao ministro Affonso Alves de Camargo. Em excelente forma física, a disposição de trabalho do ministro dos Transportes é de deixar de língua de fora os seus assessores. Na última sexta-feira, o jornalista Luiz Hilton, chefe de sua assessoria de comunicação social, que o acompanhou em sua visita ao Paraná, não escondia o cansaço.

O cineasta que se preocupa sempre com o meio ambiente

Por sua formação de ecologista, desenvolvida principalmente na Alemanha nos anos 60/70 - quando ali foi estudar e se iniciou profissionalmente no jornalismo cinematográfico e para a televisão, Frederico Fullgraf tem realizado toda uma obra voltada a natureza e ao ambiente. Para documentar o fim das Sete Quedas, em 1982, (*) organizou um "Kuarup" ecológico, documentando-o em belíssimas imagens - que num documentário de 10 minutos, utilizando como texto apenas o poema de Carlos Drummond de Andrade na interpretação da atriz Lota Moncada, mostrou toda a beleza que a Usina de Itaipu destruiu.

Pintando o sete

Mário Barros, 41 anos, gaúcho de Santa Maria mas curitibano por opção, vem se destacando cada vez mais nas artes plásticas. Já com um bom curriculum - presença em várias coletivas e uma dezena de premiações nos últimos anos, Barros inaugura na próxima sexta-feira, 20, sua individual no hall de exposições da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. O catálogo traz uma objetiva apresentação de Laura Miranda sobre a arte de Barros, que foi também quem fez a capa do livro "Brasil antes do Descobrimento". xxx

A morte de Gonzaguinha e a ressurreição de Renato

Renato Manoel Costa, gostaria de legalmente poder alterar seu registro civil para indicar duas datas de nascimento: a primeira, há 33 anos, 12 de agosto de 1957, em Bragança Paulista, SP; a segunda, em Francisco Beltrão, em 29 de abril de 1991. Na última quarta-feira, 29, em Curitiba, Renato Manoel comemorou com alguns amigos, que aqui fez, os "meus primeiros nove meses desta nova vida que Deus me concedeu".
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