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... e aonde estão os filmes da Ribalta?

O crítico Francisco Alves dos Santos, responsável pela Sala de Exibição Arnaldo Fontana e programador do cine Groff, lembrou-se de que Claudio Eduardo Samuel Arruda, falecido em 1969, foi também um dos pioneiros de nosso cinema. E há semanas que o bom Chico, ex-seminarista, poeta e romancista, com vários documentários premiados em festivais nacionais, está tentando localizar alguém da família de Claudio Arruda que lhe possa dar informações de onde foram parar os filmes da Ribalta.

Gretchen e Pixote batem recordes de bilheteria

Um dado para o mais empertigados executivos das multinacionais do cinema examinarem com atenção: um modesto filme produzido na chamada Boca do Lixo, em São Paulo, conseguiu quebrar todas os recordes de bilheteria, em uma semana de exibição. “Aluga-se Moças”, em 7 dias no cine Condor faturou exatamente Cr$ 2.400.000,00 – Cr$ 900 mil a mais do que a superprodução “Caçadores da Arca Perdida” (Raiders at the lost ark, 1981, Steven Spielberg), que ali, na primeira semana, rendeu Cr$ 1.500.000,00.

No Rívoli, domingo, a sua útima sessão de cinema

No domingo, dia 3 de janeiro, Curitiba perde mais um cinema. Após a última projeção de "A Rainha do Sadismo", às 22 horas, as portas do Cine Rivoli, serão fechadas e só voltarão a abrir para a retirada de suas poltronas e do equipamento de projeção – cujo destino ainda não foi definido, pelo sr. João Aracheski, executivo da Fama Filmes no Paraná.

No campo de batalha

O marchand-de-tablaux Paulo Lajos, 65 anos, 40 de Curitiba, pioneiro na venda de quadros de artistas populares, não se assustou com a crise no Leste europeu e viajou a Budapest, onde nasceu, há algumas semanas. xxx

O documento que se perdeu pelo autoritarismo oficial

"Pense N'Eu" - Gonzagão/Gonzaga/Gonzaguinha", idealizado inicialmente como um espetáculo para teatro - a primeira opção era o auditório Bento Munhoz da Rocha Neto - foi transformado num grande show ao ar livre justamente por representar melhor a filosofia que sempre caracterizou os homenageados: autores-intérpretes que buscavam o contato direto com o povo.

Curitiba presente na Bienal de Quadrinhos

Em 1938, o jornal "Diário da Tarde", de Curitiba, publicava tiras de um personagem chamado Haroldo, o Homem Relâmpago. O autor era o então desconhecido Poty Lazarotto, que por muitos anos desenhou quadrinhos. Um painel com alguns desses desenhos faz parte da exposição de artistas curitibanos, que integra a Mostra da 1ª Bienal Internacional de Quadrinhos, promovida pela Fundação Cultural de Curitiba. A exposição está no Museu Guido Viaro até o próximo domingo, dia 10, juntando ainda trabalhos de mais de duas dezenas de cartunistas e desenhistas de HQs na cidade.

Em uma centena de boletins, um pouco das memórias de Curitiba

Quando, em julho de 1974, então dividindo com o advogado Constantino Viaro e o arquiteto Alfredo Willer a direção da recém implantada Fundação Cultural de Curitiba, tivemos a idéia de criar uma publicação ágil, econômica e que pudesse divulgar diferentes textos ligados a Curitiba, Valêncio Xavier, homem de TV e pesquisador, que havia sido convidado para nos assessorar (*), trouxe uma idéia das mais oportunas: "Várias gerações de curitibanos colecionaram as figuras das Balas Zequinha mas nunca ninguém se preocupou em pesquisar quem criou o personagem, como ele surgiu".

Oficina de Criação Musical vai criar a Banda Ligeira

Músicos ou apenas apreciadores estão convidados a engajar um projeto interessante, abraçado pela Fundação Cultural de Curitiba: a Oficina de Criação Musical Olho da Rua, que acontecerá de 11 a 17 próximos, das 15 às 18 horas, no Centro Cultural Portão (Avenida República Argentina, 3430). As inscrições podem ser feita na secretaria daquele espaço, com informações pelo telefone 223-2733 (r. 257). A Oficina será comandada pelo músico carioca Antônio Saraiva, e será um núcleo de discussão e pesquisa, dentro do objetivo de não produzir aulas, mas sim arte.

Modestos, simples, mas referenciais históricos

A maioria dos "Boletins" da Casa Romário Martins estão esgotados. Os que restam são vendidos exclusivamente na Livraria Dario Velloso e na própria Diretoria do Patrimônio Cultural (Rua 13 de Maio, fone 223-2733) ou nas unidades a ela subordinadas. Entre os 98 números publicados há os mais diferentes assuntos - embora sempre ligados a Curitiba. Pode-se, inclusive, discutir a oportunidade e importância de alguns deles -, e, com sinceridade, a própria Maí Mendonça, reconhece que nem sempre a escolha dos assuntos (e autores) "foi a mais adequada".
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